Semana do Meio Ambiente requer atenção com a água: Brejinhos trabalha pra revitalizar suas 37 nascentes

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Quarta-Feira, 31 de Maio de 2017

Semana do Meio Ambiente requer atenção com a água: Brejinhos trabalha pra revitalizar suas 37 nascentes
A semana do Meio Ambiente, marcada pelo Dia Mundial do Meio Ambiente (05 de junho), é um importante período para o brasileiro repensar as questões ambientais. Em Oliveira dos Brejinhos, município emblemático por se localizar em região de minerações e de indústrias de artefatos cerâmicos em grande escala, a água também está entre as questões ambientais prioritárias.

O município tem 37 nascentes de água doce ativas, as principais em terras privadas, algumas há muito tempo sem qualquer manutenção, apesar de serem fundamentais para o abastecimento de Oliveira dos Brejinhos. “Muitas foram abandonadas e nunca receberam um benefício de manutenção por parte das últimas administrações”, afirma o prefeito Carlos Augusto Ribeiro Portela, cuja família, em parceria cidadã com os brejinhenses, há mais de duas décadas cede aguas de suas fontes e nascentes privadas para o abastecimento do município. Ele lembra, que em seu primeiro governo (1993/1996), construíu o sistema de abastecimento de da cidade e tornou pública a terma turística regionalmente conhecida como Água Quente.

Nesse cinco meses de sua segunda gestão, o governo A Força da Organização abriu rodagens para ter acesso a barragens e aguadas e já iniciou obras de limpeza, manutenção e encanamento, inclusive para devolver aos brejinhenses a famosa Queda D´Água e reabrir a Água Quente também para o turismo. “Vamos solucionar o problema de abastecimento da água doce de consumo na cidade e em comunidades como Beira Rio e Queimada Nova, que sofrem muito. E vamos devolver ao nosso município pontos turísticos que nos faziam receber visitantes de toda região nos fins de semana”, afirma o prefeito. “Sou otimista e tenho coragem de trabalhar. Costumo dizer que ter água em abundância é o milagre da prosperidade”, acrescentou.

Cobrança irregular e desorganizada de água levou brejinhenses à dívida ativa do município

Outro desafio para a gestão A Força da Organização, na avaliação do prefeito Carlito de Libório, é quanto à tarifação da água fornecida às residências, comércios e indústrias da sede do município, algo que passou a ser obrigatório por Lei Municipal com a criação do Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE), em 2005, com a cobrança sendo iniciada em 2009.

Apesar da Lei, a cobrança irregular e desorganizada, já que pouquíssimos hidrômetros (relógios de medir a água) foram instalados, levou muitos cidadãos brejinhenses a acumularem dívidas junto ao SAAE, com várias famílias sem pagar água desde a implantação da tarifa. E como resultado, essas dívidas acumuladas até o dia 31 de dezembro de 2016, durante as gestões públicas que criaram e implantaram o SAAE, levaram muitos cidadãos à inclusão de seus nomes na Dívida Ativa do Município.

Recentemente, o governo municipal enviou à Câmara de Vereadores um projeto de reformulação das Leis Municipais de criação e implantação do SAAE, também solicitando autorização para negociar com os munícipes as dívidas acumuladas por eles entre os anos de 2009 e 2016. O projeto ainda não foi colocado em pauta para votação. “Esperamos que os colegas entendam que o povo não pode ser prejudicado pela desorganização que vinha acontecendo. Os cidadãos não podem ser prejudicas, já que estão impossibilitados de assinarem contratos com o município, com seus nomes negativados”, disse o vereador Zé Teixeira.

Ascom_DA_2017


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